Estávamos enfeiando as ruas? Precisávamos fazer escondido, talvez a noite? Será que o preconceito contra a "pixação" (que é o que pressupõe um spray na mão para muitos) ia inviabilizar a empatia das pessoas com o conteúdo dos panfletos que colocávamos em suas caixas de correio? Será que as pessoas irão ler os panfletos? Coloquei alguns em umas casas já vendo o destino dos papéis. Pré-conceito meu? Será que as pessoas vão sequer ver os postes e chão com nossa intervenção? Ou será que nosso olhar não está treinado para os detalhes?
sábado, 26 de janeiro de 2013
Dedo na ferida
Estávamos enfeiando as ruas? Precisávamos fazer escondido, talvez a noite? Será que o preconceito contra a "pixação" (que é o que pressupõe um spray na mão para muitos) ia inviabilizar a empatia das pessoas com o conteúdo dos panfletos que colocávamos em suas caixas de correio? Será que as pessoas irão ler os panfletos? Coloquei alguns em umas casas já vendo o destino dos papéis. Pré-conceito meu? Será que as pessoas vão sequer ver os postes e chão com nossa intervenção? Ou será que nosso olhar não está treinado para os detalhes?
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Minas, o mais importante é que estão com a mão na massa e essa experiência é muito importante para ir achando as soluções. Acho que a bronca ao spray é porque o pixo não é lá muito querido pela população. O que vcs estão fazendo, porém, deveria causar outro tipo de impacto já que ao invés de pixar seus nomes estão colocando uma causa. O problema é que pouca gente sabe o que é o Milton Santos e a panfletagem é fundamental para esclarecer isso. A única coisa que devem tomar muito cuidado é com a polícia, no geral policiais não tem nenhuma tolerância quando veem uma lata de spray. Vão fundo mulés!!!
ResponderExcluirPois é, esse lance do pixo tem causado várias questões entre a gente. A Paty achou um documentário (chamado Pixo, inclusive), que botou a gente pra pensar. Mas é isso aí, bora fazer. E criar bom condicionamento físico pra fugir da polícia rsrs
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