Olha só, vai começar a oficina Laboratório de Intervenção da Cia. Estável. O Coletivo da Albertina estará presente!
sábado, 17 de maio de 2014
domingo, 11 de maio de 2014
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Marcha Estadual Luiz Beltrame
Pisa ligeiro, pisa ligeiro
Quem não pode com a formiga
não atiça o formigueiro!
Mil Sem Terra marcham rumo à capital paulista
6 de maio de 2014
Por Luiz Felipe Albuquerque
Da Página do MST
Após saírem do município de Itapevi e marcharem por 20 km na manhã desta terça-feira (6), os cerca de 1000 Sem Terra que rumam à capital paulista chegaram na cidade de Osasco no começo desta tarde.
A Marcha Estadual Luiz Beltrame, que homenageia o Sem Terra mais velho do país (no mês de outubro Seu Luiz completa 106 anos de idade), cobra maior agilidade nas politicas referentes à Reforma Agrária.
De acordo com Movimento, a Reforma Agrária está completamente estagnada nos últimos três anos. Em 2013, houve apenas 100 decretos de desapropriações de novas áreas, o que possibilitou assentar pouco mais de 7 mil famílias, num universo de mais de 150 mil acampadas em todo o país.
Se comparado aos últimos três governos, o da presidenta Dilma Rousseff fica muito aquém: desde 2011, foram assentadas cerca de 70 mil famílias. Além de serem considerados superestimados pelos movimentos sociais, esse resultado representa a média anual do número de famílias que foram assentadas nos governos Lula e Fernando Henrique Cardoso.
“Marchamos para pressionar os governos federal e estadual a retomarem os processos de desapropriações de novas áreas, e dialogar com a sociedade sobre a importância da Reforma Agrária”, disse Kelli Mafort, da direção nacional do MST.
Para ela, o modelo do agronegócio não responde aos anseios da população, já que produzem alimentos com enormes quantidades de agrotóxicos, se utilizam dos transgênicos e não respeitam o meio ambiente.
Para dialogar com a população sobre os problemas no campo brasileiro, os Sem Terra marcham por dentro das cidades. Nesse primeiro dia, passaram pelos municípios de Itapevi, Jandira, Barueri, Carapicuíba e Osasco. Pela manhã desta quarta-feira, saem novamente em marcha rumo à cidade de São Paulo, onde permanecerão até sexta-feira (9).
Grilos silenciosos
Em São Paulo, ainda existem cerca de 4 mil famílias acampadas na luta por um pedaço de terra, espalhadas em 50 acampamentos por todo estado. Alguns destes existem há mais de 10 anos.
Eliseu Rodrigues Nunes é uma dessas pessoas. Aos 30 anos de idade, com uma mulher e dois filhos, Eliseu está acampado desde 2003. E já nem sabe mais o número de vezes que foi despejado. Estima que foram mais de 30.
Atualmente está em seu terceiro acampamento, o Santa Maria da Conquista, no município de Itapetininga. Ele e outras 50 famílias lutam há seis anos para que uma fazenda improdutiva de 702 hectares seja desapropriada e se transforme num assentamento.
“Continuo nessa luta porque acredito muito nela. E sei que depois de conquistada a terra, essa luta vai ter apenas começado”, pontua. Junto a ele, outras 10 famílias do Santa Maria da Conquista também estão na luta desde 2003.
Outro complicador no estado de São Paulo são as terras públicas ocupadas por empresas privadas. “O governo do estado é conivente com a grilagem de terras, já que sabem que milhares de hectares de terras devolutas estão na mão do agronegócio e do latifúndio, mas nada fazem para mudar essa situação”, observa Kelli.
Segundo dados oficiais, estimam-se que aproximadamente 160 mil hectares de terras públicas no estado são griladas pelo agronegócio.
Comuna Urbana
No meio do percurso, os Sem Terra realizaram um ato em frente à prefeitura de Jandira, onde cobraram do poder municipal investimentos em infraestrutura na Comuna Urbana Dom Hélder Câmara, uma área do MST onde moram 127 famílias.
Foram mais de 12 anos de luta para que a área finalmente fosse conquistada. Em 2011, as famílias passaram a viver no local, sob as casas que elas mesmas tinham construído. À prefeitura, cabia a infraestrutura.
Desde aquela data, já foram depositados mais de 90% dos recursos para as obras de infraestrutura pela Caixa Econômica Federal. Mas segundo os Sem Terra, nem 30% desse valor foi utilizado.
Dentro desse cenário, as famílias ainda não contam com água encanada, saneamento básico, pavimentação do espaço, nem a construção da escola.
“Nossa luta é por escola, terra e dignidade. As crianças tem o direito de estudar perto de onde elas vivem. Não vamos aceitar que nossas crianças estudem em péssimas condições”, disse Érica Silveira, da coordenação regional do MST.
Apenas 60 das cerca de 200 crianças da Comuna são atendidas na área improvisada, uma futura padaria local. As outras estão na fila de espera.
“O prefeito tem a responsabilidade e a obrigação de terminar a Comuna”, afirmou Érica. Após a pressão, o prefeito Geraldo Teotonio da Silva (PV) recebeu o MST e marcou uma audiência com uma comissão do Movimento para quarta-feira (7) às 11h.
domingo, 4 de maio de 2014
Agradecimentos 1º de Maio
Caros companheir@s,
a Cia. Estável de Teatro, o Coletivo da Albertina e a Cia. Estudo de Cena agradecem mais uma vez a parceria, o carinho e a participação na II Celebração Teatral 1º de Maio. Estar junto e ver tantos parceiros engajados em seus trabalhos com certeza nos renova e nos faz celebrar nosso dia com especial alegria. Que novas e importantes trocas como essa se realizem mais vezes! Obrigado por fazerem esse dia acontecer!
Abraços!
Cia Estável de Teatro, Coletivo da Albertina, Companhia Estudo de Cena, Cia Antropofágica, Noisna Mala, Cena Livre, Cia Teatro Documentário, Buraco, Núcleo de Estudos Cynematográficos, Núcleo Pavanelli, Coletivo Cinefusão, Grupo Teatral Parlendas, Engenho Teatral, Adriano Antonio, Hayanne Oliveira e todos que vieram participar desse dia com a gente!
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Mostra no Brasil de Fato!
Hoje saiu uma matéria no jornal Brasil de Fato sobre a II Celebração Teatral 1º de Maio. Confiram!
Celebração 1º de Maio apresenta trabalhos teatrais sobre o mundo do trabalho
Evento reunirá onze coletivos artísticos no Arsenal da Esperança, em São Paulo
30/04/2014
Por Eduardo Campos Lima
De São Paulo (SP)
Ocorre neste 1º de maio, no Arsenal da Esperança, em São Paulo, a II Celebração Teatral 1º de Maio, organizada pelos grupos Cia. Estável, Cia. Estudo de Cena e Coletivo da Albertina.
O evento, realizado pela primeira vez em 2013, reúne onze coletivos artísticos paulistanos, que apresentam peças, canções ou cenas relacionadas ao mundo do trabalho. “A ideia é que façamos algo para que essa data recobre sua potência crítica e não se torne só mais um feriado festivo, como se caracterizou em muitos espaços”, define Diogo Noventa, da Cia. Estudo de Cena.
Não foi difícil estimular os grupos convidados a fazer intervenções sobre a classe trabalhadora. “Todos os coletivos têm parcerias com movimentos sociais, como o MST, de forma que sua produção artística já contempla assuntos e formas de interesse dos trabalhadores”, explica Noventa.
A ideia de organizar a mostra nasceu no próprio Arsenal da Esperança, onde a Cia. Estável atua desde 2006 – e que também abrigou a Cia. Estudo de Cena, em 2013. O espaço, onde funcionou a Hospedaria dos Imigrantes, acolhe diariamente centenas de homens sem moradia, desde 1996.
Com os anos de trabalho conjunto, o Arsenal da Esperança e os coletivos teatrais desenvolveram uma relação produtiva, em que público e artistas partilham de perspectivas comuns. “Como esses grupos tratam de questões materiais da vida em suas peças, as pessoas que estão ali albergadas têm uma resposta muito interessante aos trabalhos. São desempregados, trabalhadores informais à margem do mundo do trabalho, talvez as pessoas mais afetadas pelo processo capitalista de exclusão – nem todas as plateias têm sua clareza”.
A I Celebração Teatral 1º de Maio venceu o Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro de 2013, na categoria Mostras e Festivais. A Celebração não conta com nenhum tipo de financiamento, sendo organizada unicamente por iniciativa dos grupos, que mobilizam seus próprios recursos.
Programação
14h - Abertura com Companhia Estável, Companhia Estudo de Cena e Coletivo da Albertina
14h15 – Companhia Antropofágica - “Notas sobre Mahagony”
14h45 – Nóis na Mala – “Samba para Construção”
15h30 – Teatro Documentário – “Gracias a la vida que me ha dado tanto”
16h10 – Buraco d’Oráculo – “Canto Cenopoético”
16h35 – Coletivo da Albertina – “Especula-se”
18h –Núcleo de Estudos Cynematográficos – Filme “Ana”
18h20 – Núcleo Pavanelli - teatro de rua e circo – “Luta de Classes”
18h30 – Coletivo Cinefusão –“ Experimento #3 – O Trabalho nos fará dignos”
19h00 – Grupo Teatral Parlendas – “Intervenção Brazil zil zil”
19h30 – Companhia Estudo de Cena – “Cortejo de Quintino Gatilheiro, o Lampião da Mata”
20h20 – Engenho Teatral – “Teatro de Bolso”
“Mostra de Processos - Entre cada apresentação a Companhia Estável realizará números de sua pesquisa sobre Cabaré e Vaudeville”
Serviço
Arsenal da Esperança (rua Dr. Almeida Lima, 900 - Próximo a estação Bresser/Moóca do metrô).
Daqui a pouco, não percam!
terça-feira, 29 de abril de 2014
Prêmio CPT
O CDC recebeu o Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro por nossa luta e trabalho de ocupação do espaço! Mais uma conquista e um reconhecimento da nossa batalha por mais espaços que permitam a produção e a fruição da arte e da cultura na cidade!
Prêmio CPT de Ocupação de espaço: compreendendo sala convencional, rua ou espaços não convencionais, no interior, litoral ou capital do Estado
– CDC Vento Leste.
Fotos da cerimônia de entrega do Prêmio CPT 2013, recebido pelo Luciano, do Coletivo Dolores:
Fotos: Paulo Fávari
"Durante a noite de ontem (29) aconteceu a Festa de Entrega do Prêmio CPT 2013, que lotou a sala Carlos Miranda da Funarte. [...] Um ponto comum entre alguns discursos de agradecimento foram os protestos pela revogação do Decreto nº 54.948, publicado no Diário Oficial da Cidade de São Paulo no último dia 21 de março. O decreto, que vem sendo intensamente criticado, restringe a atuação de artistas de rua impedindo, por exemplo, apresentações próximas a monumentos tombados, pontos de ônibus e de metrô, além de exigir autorização prévia."
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Apoio à Flaskô!
@s campanheir@s da Flaskô estão em campanha por 10 mil assinaturas por uma audiência no senado sobre seu projeto de lei para desapropriação da fábrica. Neste momento, estão solicitando a ajuda para ampliar a divulgação da campanha, pois já tem cerca de 1700 assinaturas e até 17 de junho para chegar as 10 mil.
Quem ainda não assinou, bora dar uma força aos compas de luta!
Ajudem a divulgar!
A Flaskô é uma fábrica de embalagens industriais em Sumaré, próxima de Campinas/SP. Aqui, a empresa é administrada pelos próprios trabalhadores há mais de dez anos (desde junho de 2003), depois que os patrões decidiram paralisar todas as atividades e sonegar direitos e impostos. Nossa luta sempre foi por garantir os postos de trabalho e as funções sociais do espaço da fábrica, ou seja, para que seja de propriedade social.
Como parte das diversas iniciativas para que se alcance este objetivo, desde 2012 está tramitando no Senado um Projeto de Lei (PLS 257/2012) que, caso aprovado, declara "de interesse social para fins de desapropriação" a fábrica. O PLS já está há dois anos em tramitação, passou por diversas comissões e agora está na Comissão de Constituição e Justiça esperando ser discutido e sem previsões para designação de um relator.
Para não depender do interesse dos senadores em discutir o PLS, nós lançamos em março deste ano uma campanha de assinaturas on-line (link abaixo) e precisamos de pelo menos 10 mil adesões em 90 dias para que o senado seja obrigado a pautar nosso projeto de lei. (Isso pode ser feito por qualquer associação civil através desse instrumento da Comissão de Legislação Participativa foi criado em janeiro).
Ajude a Flaskô a seguir com a luta no Senado, pelo direito ao trabalho! Se perdermos essa oportunidade única de pautar o projeto, a Flaskô seguirá numa situação de insegurança e sob risco de fechar – acabando com os empregos, a produção e os projetos sócio-culturais que acontecem aqui. Não deixe isso acontecer!
O prazo vai até o dia 17 de junho: faltam 10 semanas.
Ajude a espalhar essa campanha!
Acesse, assine (não esqueça de confirmar via e-mail) e compartilhe:
bit.ly/flasko10mil
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